A Glycan Age, uma start-up com sede em Londres, da área da biotecnologia e centrada nos cuidados preventivos, acaba de comercializar um teste caseiro (554 €) que mede a nossa saúde no momento e no futuro, que consegue prever 72 doenças até uma década antes do seu aparecimento.
Na China as pessoas há muito que têm o hábito de caminhar para trás para melhorarem a sua saúde física e mental. Movimentamo-nos diariamente no plano sagital. O corpo adapta-se, os músculos e as articulações ficam tensos, causando desgaste nas articulações, dores e lesões. Andar para a frente é um movimento dominantes nos isquiotibiais, enquanto que para trás são os quadricípedes, e fazemos extensões dos joelhos. Segundo vários estudos os participantes que caminharam para trás numa passadeira durante 30 minutos, ao longo de 4 semanas, apresentaram melhorias no equilíbrio, no ritmo de caminhada e na aptidão cardiorrespiratória. Um grupo de mulheres diminuiu a gordura corporal e melhorou também a saúde fisiológica., após um programa de 6 semanas. Estes estudos também revelaram que o movimento para trás ajuda as pessoas com osteoartrite, dores crónicas nas costas, e melhora a marcha e o equilíbrio. A atenção também melhora uma vez que o cérebro precisa de estar mais alerta.
É um dispositivo projetado para ionizar o ar em casa. O corpo humano não pode existir sem ar, a nossa saúde e bem-estar dependem da sua qualidade e composição. Um dos componentes do ar são os iões, que têm uma carga positiva ou negativa, que é determinada pelo número de eletrões. A lâmpada de Chizhevsky tem a capacidade de alterar o número de eletrões no ar. Os equipamentos das casas modernas saturam o ar com iões positivos de O2, causando assim um déficit de iões negativos. O aparelho equilibra o ar, dando-lhe uma quantidade de iões negativos semelhantes à floresta, normalizando os processos metabólicos do corpo, mantendo o homem urbano ligado ao campo, lugar de onde a espécie ainda não conseguiu sair.
O aborto terapêutico de fetos com Trissomia 21 é um assunto controverso que envolve questões médicas, éticas, legais e morais. Em muitos países da Europa a Síndrome de Down é vista unicamente como uma gravidez indesejada. O número de abortos de fetos com Trissomia 21 resultante da legislação, das políticas e das práticas discriminatórias vai aumentando. Desde que apareceu o exame de sangue que usa a tecnologia de DNA para procurar e identificar qualquer potencial de anormalidade genética nos fetos, tudo mudou. Num artigo no European Journal of Human Genetics , publicado a 31 de outubro os autores estudaram ao longo de 5 anos, de 2011 a 2015, a evolução da percentagem de nascimentos de crianças com síndrome de Down em toda a Europa diminuiu 54% ou seja 46.500 bébés com Trissomia 21 não nasceram. 90% dos casos diagnosticados com Síndrome de Down na Inglaterra, Escócia e no País de Gales resultam em aborto, segundo o site “Don’t Scree Us Out.”
Há pais que têm muitas expetativas de vida irrealistas para os seus filhos, que o futuro acabará por frustrar, atirando-os para becos sem saída, onde alguns ganharão facilmente uma doença mental, da qual a maioria nunca mais irá largar os medicamentos, que têm de ser vendidos, nem retomará uma vida normal. Ser doente mental será a única profissão possível, onde ganhará medicamentos, atenção, atestados e subsídios. No entanto, a responsabilidade do Estado, dos Pais e da Escola, os principais responsáveis pela vida complexa e difícil a que o ex-aluno não se conseguiu adaptar, já prescreveu!
Diziam que dez mil passos diários era a meta recomendada para nos mantermos saudáveis, mas um estudo da Universidade Johns Hopkins, EUA, acaba de reduzir para 4 mil.
Estar sentado muito tempo encurta o tempo de vida, pois danifica os cromossomas, o ADN, encurtando os telómeros protetores aquando da divisão celular. Quem faz atividade física tem telómeros maiores, que crescem. Basta não estar sentado muito tempo para ter melhorias significativas na saúde.
Estudo do instituto Karolinsky, Suécia, “Expresso”, Revista, in “Login Laboratório”, 13/09/2014.
Existe uma relação entre as várias maneiras de respirar e o nosso comportamento e sentimentos. Quando respiramos fundo usando o tórax, o sangue fica rico em oxigénio (O2) e pobre em anidrido carbónico. Como consequência fica mais alcalino, e neste meio a hemoglobina, que transporta O2 dos pulmões para os tecidos fica ávida pelas suas moléculas. Existe assim grande quantidade de O2 nos pulmões e no sangue, mas pouco nos tecidos orgânicos, incluindo o cérebro e os músculos. Neste caso só funcionam os neurónios e as fibras musculares que não dependen de O2 (anaeróbicos) e que parecem ser aqueles que estão preparados para automatismo de emergência. Assim, o que despertamos com a hiperventilação são automatismos de emergência, uma vez que os neurónios de que depende a consciência e a memória explícita necessitam de O2 para funcionar.
Abreu, Pio J.L., “Como tornar-se doente mental”, Dom Quixote, 25ª edição, 2018.
Uma investigação do Departamento de Psicologia da Universidade de Yale afirma que a normalidade não existe. É apenas a média estatística de todas as posições humanas, daquilo que é mais frequente. Não há ninguém que se encaixe na média estatística em todos os parâmetros. O normal é estranho! Para muitos a normalidade é a violência.