Estudos demonstram que entrar para a escola antes dos 3 anos não traz vantagens para o desenvolvimento psicomotor da criança. A Cresce é somente uma necessidade das famílias. Até aos 3 anos o sistema imunitário está bastante imaturo, o que faz com que as crianças adoeçam muitas vezes se estiverem numa sala fechadas com outras. A probabilidade de uma doença banal ter complicações mais graves é maior num bebé pequeno do que numa criança mais pequena.
Durante muito tempo pensava-se que a miopia tinha uma causa genética. Até que os invítes, esquimós, alteraram tudo. Segundo a OMS, entre 2000 e 2020 a miopia aumentou 86%. E a causa da epidemia são fatores ambientais: entrada precoce para a escola (foco prolongado em distâncias curtas – o estudo e a leitura) e pouco tempo ao ar livre (ambientes interiores com luz artificial). A visão ao longe foi sacrificada.
“A luz natural desempenha um papel essencial, estimulando a libertação de dopamina da retina, o que inibe o aumento do comprimento axial do olho.”
“A maior parte da miopia surge durante o tempo em que as crianças frequentam a escola, enquanto as crianças que não frequentam a escola raramente se tornam míopes.”
Joana Tavares Ferreira, neuroftalmologista do Centro Hospitalar Universitário de Lisboa Norte, presidente do Colégio da Especialidade de Oftalmologia da Ordem dos Médicos.
In Jornal “Expresso”, Revista, “Fisga – O Mundo está cada vez mais desfocado”, Joana Bastos, pág. 5, 17/01/2025.
As queixas de dores de barriga têm uma correlação com o IMC. Quanto maior for maior a prevalência da dor. “As raparigas que, aos 7 anos, se queixaram mais de dor de barriga, são aquelas que aos 13 anos têm mais queixas de dor musculo esqueléticas” (Raquel Lucas), in “Uma em cada seis crianças sente dor crónica”, Joana Ascensão, “Expresso”, 08/11/2024.
Em duas voltas a Portugal (1969 e 1973) Joaquim Agostinho foi desclassificado pois foi detetado o consumo de Ritalina, que nessa altura era tolerado em França e proibido em Portugal. Hoje em dia é um produto muito em moda nas escolas !
A manipulação da nutrição da grávida é algo com grande impacto na descendência. A subnutrição em mães adolescentes faz com que o feto compita pelos mesmos nutrientes – há uma subalimentação do feto. A criança ao nascer vai estar exposta a um ambiente obesogénico (potencia comportamentos menos saudáveis), havendo um desfasamento face ao ambient5e intrauterino. Terá tendência para que o seu relógio biológico ande mais depressa e sofra doenças metabólicas, como diabetes e colesterol” – Paulo J. Oliveira, investigador e vice-presidente do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra (in “O Grande Negócio da Longevidade”, Sónia Calheiros, Revista “Visão”, nº 1611, 24/01/2024).
A Glycan Age, uma start-up com sede em Londres, da área da biotecnologia e centrada nos cuidados preventivos, acaba de comercializar um teste caseiro (554 €) que mede a nossa saúde no momento e no futuro, que consegue prever 72 doenças até uma década antes do seu aparecimento.
Na China as pessoas há muito que têm o hábito de caminhar para trás para melhorarem a sua saúde física e mental. Movimentamo-nos diariamente no plano sagital. O corpo adapta-se, os músculos e as articulações ficam tensos, causando desgaste nas articulações, dores e lesões. Andar para a frente é um movimento dominantes nos isquiotibiais, enquanto que para trás são os quadricípedes, e fazemos extensões dos joelhos. Segundo vários estudos os participantes que caminharam para trás numa passadeira durante 30 minutos, ao longo de 4 semanas, apresentaram melhorias no equilíbrio, no ritmo de caminhada e na aptidão cardiorrespiratória. Um grupo de mulheres diminuiu a gordura corporal e melhorou também a saúde fisiológica., após um programa de 6 semanas. Estes estudos também revelaram que o movimento para trás ajuda as pessoas com osteoartrite, dores crónicas nas costas, e melhora a marcha e o equilíbrio. A atenção também melhora uma vez que o cérebro precisa de estar mais alerta.
É um dispositivo projetado para ionizar o ar em casa. O corpo humano não pode existir sem ar, a nossa saúde e bem-estar dependem da sua qualidade e composição. Um dos componentes do ar são os iões, que têm uma carga positiva ou negativa, que é determinada pelo número de eletrões. A lâmpada de Chizhevsky tem a capacidade de alterar o número de eletrões no ar. Os equipamentos das casas modernas saturam o ar com iões positivos de O2, causando assim um déficit de iões negativos. O aparelho equilibra o ar, dando-lhe uma quantidade de iões negativos semelhantes à floresta, normalizando os processos metabólicos do corpo, mantendo o homem urbano ligado ao campo, lugar de onde a espécie ainda não conseguiu sair.