
Em Londres há um mapa, “Lives on the Line” que mostra as diferenças de esperança de vida através do mapa de metro: Hyde Park vive-se até aos 87 anos enquanto que em Heatrow vive-se até aos 79 anos.

Em Londres há um mapa, “Lives on the Line” que mostra as diferenças de esperança de vida através do mapa de metro: Hyde Park vive-se até aos 87 anos enquanto que em Heatrow vive-se até aos 79 anos.

O hipocampo está relacionado com a memória espacial a curto e longo prazo, aprendizagem e controlo de emoções. Cresce duas vezes mais depressa em crianças com mães que demonstram afeto e apoio emocional. A trajetória de crescimento está diretamente associada a um desenvolvimento emocional mais saudável em especial na 1ª infância (até aos 6 anos), tendo também sido demonstrado melhorias na gestão emocional na passagem para a adolescência. Com o passar dos anos o cérebro tende a encolher, com uma diminuição do volume das suas estruturas, onde se inclui o hipocampo., a que se junta um défice da proteína RBAP – 48, que atinge ¼ das pessoas acima dos 75 anos. Com a prática de exercício aeróbio consegue-se reverter a situação, e há várias estruturas, como o hipocampo, que voltam a aumentar de volume, podendo crescer 2%.

“No Luxemburgo, Alemanha ou Suíça, a esmagadora maioria dos luso descendentes não chega às universidades. Ficam-se pelo ensino técnico e muitos acabam em turmas para deficientes” – in “Filhos de Portugueses em ensino de segunda” – Sociedade Emigração – Educação, “Expresso” 8/11/2014.

Num estudo do ISCSP a paragem competitiva causada pela covid-19 aumentou os níveis de ansiedade nos desportistas portugueses. Foram encontrados níveis de stress bastante altos (50% com stress patológico), perturbações do sono (acima de 40%) e quebra acentuada da perceção de felicidade (75%). Não se notaram diferenças entre modalidades. A paragem irá implicar a desistência de muitos atletas.

A hora de maior fome durante o dia, segundo a Snickers é por volta das 15H28!

A paragem de toda a atividade imposta pelo confinamento, como o contacto com a família ou a frequência de centros de dia, é prejudicial para as pessoas idosas que já estão com limitações cognitivas e quadros demenciais. As fotografias mostram os efeitos negativos de um ano de confinamento em John Ross, um residente de Liverpool com 89 anos de idade.

Há crianças que, devido ao confinamento, deixaram de saber correr e perderam outras competências motoras, como por exemplo agarrar uma bola, saltar, tendo também aumentado o risco de lesões durante a atividade física. E a juntar a tudo isto vem o aumento do peso. Vai ser muito importante recuperar a saúde funcional e a saúde fisiológica após o confinamento. Aposto que a tutela só se vai preocupar com a Matemática e o Português!

“As aulas de 90 minutos são uma barbaridade. Reduzi as aulas para 15 minutos” – Rui Correia, professor de História, vencedor do Global Teacher Prize 2019, Jornal “i”, 06/11/2020.
Em certas escolas dos EUA, com população escolar maioritariamente de bairros desfavorecidos, algumas escolas optaram pela “aprendizagem espaçada”: aulas de 20 minutos intensas, seguidas de 10 minutos de intervalo seguida de mais uma aula de 20 minutos intensa. E os resultados escolares estão a melhorar. São conhecidas como “Shorts Schools”!

“Uma criança sem limites não é uma criança livre. É escrava das suas pulsões e não é feliz, vive angustiada. Não tem outro guia senão a satisfação imediata” – Teresa Sá – psicanalista
Aos alunos agressivos devemos dar-lhes os recursos cerebrais necessários para saberem lidar com o aumento dos níveis de ansiedade, evitando assim a diminuição de consciência e o aparecimento de comportamentos primitivos. Determinados padrões de comportamento são patológicos.
“Pessoas mais felizes fazem mais, melhor e durante mais tempo” – Susana Leitão, Managing Partner da Argo Partmers.
“Se a pessoa tiver alguma capacidade, nem que seja só um bocadinho, não deve ser substituída nessa capacidade, deve ser apoiada nessa capacidade” – Fernando Vieira, psiquiatra, Serviço de Psiquiatria Forense do centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa.
– “Pequenos Ditadores”, 9/04/2012, “Público”
– “O Jornal económico” – 24/11/2017

A presença de um cão no seio familiar contribui para a redução do sedentarismo em crianças. Provocam em média um aumento de 142 minutos de atividade física por semana. Crianças com um cão têm uma maior probabilidade de cumprir com as recomendações de atividade física.
http://recursos.fitescola.dge.mec.pt/wp-content/uploads/2015/05/comportamentosedentario_02.pdf